
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Textos de Carnaval
Personagens
Eu (Séphora), Metin, Karollyna, Andreia Germano, Adélia, Prof. Laura, Prof. Guilherme, Luís, Carlos Reis, Cristiana, Laura, Carina, Catarina (voluntária), Sandra, Pedro, Vítor, Valter, Manel, Iolanda, Ana Fernandes, Teresa, Ana Cristina, Marlene, Fabiana, Filipa, Luísa, Marisa, Susana, Andreia Oliveira, Fátima, Patrícia, Ana Lopes, Maria, Marcos, Daniel, Andreia Filipa, Sofia, Júnior e mais pessoal.
Espaço
A festa realizou-se na Associação Uma Porta Amiga
Tempo
Realizou-se no dia 12 Fevereiro 2010
Descrição da festa
A sala onde se realizou a festa estava toda decorada com as mascaras que fizemos e com balões. As pessoas estavam todos muito animadas e muito giras, com disfarces “mui fashions”. LOL =D
Conclusão
A festa acabou às 23.30h. Fui tudo muito giro. Espero que todas se tenham divertido. Bye bye
I love you <3

Séphora Molnar, 15 anos
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Textos dos nossos meninos sobre o Natal 2009



Texto sobre o Natal na Porta Amiga | Fernanda Rosa

Festa de Natal
Uma Casa Amiga

É com nostalgia e alegria que recordo aqui todos os bons momentos que passei, quer em conjunto com a maravilhosa equipa CAFAP, com quem trabalhei mais directamente, como com todas as crianças e jovens que diariamente frequentam a Associação.
Mas a vida não é só alegria, nem poderia ser, como diz o Tom Jobim “alegria tem fim, tristeza não”, e cabe-nos a nós pensar que mesmo quando alguma coisa nos corre mal, podemos ter ai um bom momento para aprender e tentar fazer melhor na próxima vez. E é assim o dia-a-dia na Porta Amiga e para quem lá trabalha, enfrentar diariamente dificuldades da vida que todos e cada um à sua maneira os tenta resolver, e sempre tentando proporcionar um sorriso e uma gargalhada a todas as “nossas” crianças e jovens.
Desejo sinceramente as maiores felicidades e sucessos para todos que fazem parte da Associação Uma Porta Amiga, e espero, e desejo que todas as crianças, jovens e famílias que contam com a colaboração, esforço e dedicação dos profissionais desta casa, saibam aproveitar e dar o devido valor a todo o esforço que para vós é realizado.
A todos os meninos e meninas que muitas alegrias e momentos mais difíceis enfrentámos juntos, desejo as maiores felicidades, mas lembrem-se sempre, é necessário esforço para concretizarmos os nossos objectivos, cabe-te a ti tornar o sonho realidade.
É neste momento que vos digo SPA POWER FOREVER…..
Um Grande abraço e beijinho a todos.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A aventura de ser mãe
“E agora?! É mesmo agora. É uma realidade. Tenho uma vida a crescer dentro de mim.
Ainda não o sinto mas ele já está dentro de mim.”
A partir daquele momento tudo muda
É um ser em crescimento que necessita de mim, e o modo em que me encontro emocionalmente vai influenciá-lo, a minha alimentação terá que ser mais cuidada, obrigatoriamente terei que deixar de fumar…
Começa-se a pensar em variadíssimos aspectos e, quando uma gravidez é planeada, é uma montanha russa de sentimentos, é a concretização de um desejo e a alegria é uma constante.
E a partir desse dia o amor pelo nosso filho cresce de dia para dia, de mês para mês.
Inevitavelmente, começa-se a fazer planos para depois do nascimento do bebé.
Como é que vai ser depois dele nascer; vamos poder ir passear, vamos poder fazer isto, aquilo…uma série de coisas!
O que não sabemos (apesar de um sem número de avisos) é que por vezes as “fantasias” que criamos nas nossas cabeças, não correspondem depois ao período inicial em que ficamos literalmente com um bebé no colo.
Chegou o dia!!!
Por alguma razão a gravidez dura 9 meses. E para além das razões fisiológicas, no meu entender é também um tempo de preparação para a chegada de um novo membro na família.
É um facto. Deixou a casa onde habitou durante cerca de 9 meses, para também ele agora aventurar-se na vida.
Durante os dias em que ficamos no hospital, de um modo ou de outro, acabamos por ser constantemente auxiliadas se for esse o caso, ou então sempre que necessitamos.
Mas a vontade de querer viver a concretização de um sonho há tanto aguardado é muito grande e a pressa de irmos para a nossa casa também. Já só lá faltamos nós.
Finalmente em casa! Finalmente em família com o nosso filho.
A partir de agora a aventura iria passar a ser vivida na sua plenitude – com os altos e baixos presentes na vida de qualquer pessoa.
Já não podia simplesmente agarrar na minha mala e sair de casa. Isso implicava uma série de decisões e/ou concretizações: vesti-lo, carregá-lo dentro do “ovinho”, o chassis do carro, a manta, o saco mais o muda fraldas, ver se não falta nada, descer do 1º andar sem elevador… ainda não tínhamos arrancado com o carro e já estava cansada e dali a não muito tempo teria de voltar a fazer o percurso inverso.
Mas o ser humano tem a capacidade incrível, se quiser e se estiver motivado para isso, para se moldar e adaptar ás diversas situações que surgem na sua vida.
Passado pouco tempo todo este exercício mental e físico já estava “treinado” e era mais do que normal – passou a existir uma nova rotina.
E um aspecto bastante importante foi ter contado seja com a presença, seja com a ajuda do meu marido, principalmente quando regressamos. E o seu envolvimento foi fundamental para a relação que temos hoje com o nosso filhote.
Durante os primeiros 15 dias fomos só nós: limitamos as visitas só ás pessoas de família mais próximas; era o nosso momento, era uma nova realidade e como tal tivemos a necessidade de nos reorganizarmos enquanto família.
As fraldas a meio da noite, o choro, dar mama, as cólicas… são aspectos de que “todos” nos falam mas a verdade é que só quando passamos por essas etapas é que nos lembramos do que alguém um dia nos disse, e afinal, não era tudo tão cor-de-rosa quanto tínhamos pensado.
Mas, acredito que quando assim o queremos, fazemos tudo pelos nossos filhos pois a nossa maior preocupação deve ser o seu bem-estar físico e emocional independentemente dos “sacrifícios” que os tenhamos que fazer. Porque quem ama, não faz sacrifícios, faz opções.
Afinal, se não puder ir a um jantar, tomar um café, etc. outros dias virão e com eles outras oportunidades, porque nesta fase inicial em que as crianças são tão pequeninas e frágeis a nossa presença, o nosso acompanhamento, a nossa atenção, o nosso amor, a nossa disponibilidade é tudo aquilo de que eles precisam
E apesar de acharmos que ainda são muito pequenos, a verdade é que estes pequenos seres são uma “esponja” absorvendo tudo o que os rodeia e durante os seus 2 primeiros anos de vida em que se forma a maior parte da sua personalidade e, somos nós pais que os estamos ajudar nesse sentido. Pois nós somos os adultos, os pais, os responsáveis pela sua formação enquanto pessoas.
O amor que se sente por um filho não aparece com o parto… cresce è medida que ele cresce na nossa barriga, e vai crescendo cada vez mais à medida que ele cresce neste mundo em que fomos nós que o pusemos.
Cláudia Rodrigues Amaro
Educadora de Infância
“Embora a maternidade seja a mais importante de todas as profissões exigindo maior conhecimento do que qualquer outra área humana – jamais se deu importância ao preparo para essa função”
Elizabeth Cady Stanton